Cuidados ao tomar antidepressivos

Os idosos têm a maior incidência de depressão no Brasil, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde 2013, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a parcela da população, também, que mais consome medicamentos de uso contínuo, especialmente para tratar doenças crônicas. Sendo assim, a escolha do antidepressivo deve ser feita com cuidado e de acordo com o perfil de interação medicamentosa.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mulheres tendem a ter mais quadros depressivos em relação aos homens. Por isso, é importante estar atento a possibilidade de interferência do medicamento na ação dos anticoncepcionais.

A evolução no entendimento da depressão e o conhecimento mais aprofundado dos fatores relacionados à doença ajudam no desenvolvimento de tratamentos mais eficazes, como os antidepressivos de terceira geração. Com ação dual, esses produtos conseguem equilibrar no cérebro a disponibilidade de dois neurotransmissores: a noradrenalina e a serotonina.

Fonte: Notícias ao Minuto – RJ Foto: Shutterstock

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